26 de out. de 2014

Dez Conselhos para Fugir da Sensualidade

1 – Evite más companhias – se você andar com elas ficará dominado por elas – II Co 6.17;



 2 – Evite o segundo olhar – você talvez não possa controlar o primeiro, mas pode evitar o segundo (que se torna cobiça);



3 – Discipline suas conversas – evite piadas e histórias com sentido duvidoso. As más conversações corrompem os bons costumes;



4 – Cuidado com a maneira de se vestir – a roupa não leva para o inferno, mas expressa quem você é. Vista-se como se Jesus fosse seu acompanhante;



5 – Escolha com bom senso e espiritualidade seus programas de TV;




6 – Muita atenção com o que você lê;



7 – Cuidado com seu tempo de folga – as tentações geralmente vem nestas horas;



8 – Faça uma regra de nunca se envolver em namoro pesado. Cristãos deveriam orar antes de cada encontro. O poder de Deus também está em dizer NÃO;



9 – Gaste muito tempo com as escrituras. O salmista disse: “guardo no meu coração a Tua Palavra para não pecar contra Ti” (Sl 119.11);



10 – Tenha Jesus Cristo em seu coração e na sua vida. A fé e a Palavra tem o poder de te fazer forte (1 Jo 2.14).


Autor: Pr. Rogerio d'Mello.

23 de out. de 2014

A arte de confiar em Deus


Em um pequeno vilarejo de camponeses, lugar esquecido do restante do mundo (ou desconhecido), numa certa manhã de primavera, os moradores do lugar depararam-se com um estrangeiro no centro da praça. Admirados, foram logo indagando o que ele fazia ali. O viajante, todo gaboso, passou a narrar que vinha de reinos distantes e que conhecia bem a nobreza. Subitamente é interrompido por uma voz alarmada que lhe diz:

“Mas então o que vieste fazer aqui?! Olhe à sua volta! O que temos para te oferecer? Estamos arruinados, e logo não ficará mais nada aqui para contar a história. Tínhamos tudo aqui; muita fartura. Éramos felizes; até que nossas fontes de águas foram, uma a uma, se esgotando até ficar assim. Nossas plantações morreram; nossa terra, ressequida, não produz nada. Olhe nossos animais! O que restou? Há muito tempo não chove, e quando chove não é o suficiente para encher nossas cisternas. Estamos sem esperança... conta a lenda que lá no topo do monte existiu uma fonte de águas cristalinas, que durante dezenas, talvez centenas de anos abastecia toda a cidade, passando bem pelo meio de nosso vilarejo. Mas um dia, sem explicação, uma grande pedra caiu, tapando a saída da fonte. Muitos de nossos jovens já tentaram escalar o monte tentando salvar a aldeia, mas a trajetória até lá é muito difícil e muitos deles nunca  retornaram. Estamos perdidos!”
O jovem viajante apenas ouvia. Em seguida, arrumou suas coisas e foi se arranjando por qualquer lugar.

Na manhã seguinte, despedindo-se dos que por ali passavam, seguiu seu destino. Passando-se alguns dias (já quase ninguém lembrava do estrangeiro), o vilarejo é surpreendido por um novo acontecimento. Barulho de água; muita água. Das janelas de suas casas as pessoas contemplavam o que, sem explicação, estava acontecendo. E gritavam: “Impossível! Impossível”. Até que o jovem viajante aparece dizendo a todos:

“Perdoem-me, eu não sabia que era impossível; fui lá e fiz.”

                Mesmo quando tudo parecer perdido             
                E você já não tiver força alguma para continuar
                Não desista
                Você sempre poderá ir além do que já foi

Pr. Rogerio d'Mello


Mc 9.23 – tudo é possível ao que crê.

11 de out. de 2014

Por que "Acertando o Pingo d'Água"?

O pingo d'água é efêmero. Ele cai de algum lugar. Ou de uma folha umedecida pelo orvalho da manhã. Ou de uma nuvem carregada de águas. É a pequena porção que cai de algo maior. O tempo que ele leva para cair no chão e se desfazer é curto. Sua permanência é temporária.


Acertar um pingo d’água com uma flecha figura uma façanha (quase) impossível. Improvável. Um desafio.

Recebemos de Deus o desafio de acertar o pingo d’água. De fazer a diferença no mundo e nas pessoas ao nosso redor. De pregar a verdade mesmo quando a maioria está acreditando na mentira. Falar de amor quando muitos estão tomados de ódio. Advertir sobre a justiça mesmo quando os outros estão acomodados e endurecidos. Fazer a diferença em meio a tantas denominações consideradas iguais. Arvorar a bandeira do Evangelho de Jesus Cristo sem se preocupar com o preço a ser pago.


Enfim, aceitar o desafio de acertar o pingo d’água é aceitar o desafio de ser a Igreja de Jesus Cristo.